Mídias Audiovisuais – Vídeo e Cinema; Televisão

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Durante o Seminário do Plano Estadual da Economia Criativa em Minas Gerais, o palestrante Eduardo de Jesus discorreu sobre a produção cinematográfica no estado, destacando, em primeiro lugar, a relevância do cinema de Humberto Mauro com sua linguagem simples, afetuosa e poética. Para ele, o cineasta tornou-se uma referência fundamental para a constituição de um pensamento cinematográfico brasileiro nos anos 1960 – o cinema novo. Foi, pois, segundo ele, a partir de um gesto de volta ao passado que o cinema novo ganhou as suas características essenciais.

Jesus cita ainda o sistema Netflix: antes íamos a um festival e voltávamos para casa com um monte de fitas VHS; mais tarde, comprávamos DVDs , depois Blu-ray , pen drive , dentre outros; agora, basta um endereço e uma senha.

No que se refere ao financiamento, ele acredita na ideia de um incentivo ao audiovisual que seja múltiplo e contínuo. É relevante que o financiamento dê conta de tudo isso que é chamado de rizoma audiovisual. E acrescenta que não adianta injetar dinheiro se não tiver pessoas que produzam. Jesus finaliza ressaltando três faculdades de Comunicação em Belo Horizonte: a UFMG (focada no cinema de animação), a UNA e a PUC; e alerta que é muito relevante para as pessoas que estão finalizando o curso exibir seus filmes e inteirar-se das tendências do mercado. Tanto é relevante olhar para trás (o cinema que foi produzido em Minas Gerais e os grandes clássicos), quanto é importante atentar para as coisas novíssimas e experimentais que acontecem hoje. É essencial dar conta da diversidade.

Coordenador: César Piva
Palestrante no Seminário do Plano Estadual da Economia Criativa em Minas Gerais: Eduardo de Jesus
Pesquisadores responsáveis: Mônica Barros de Lima Starling e Felipe Lacerda Diniz Leroy
Relatores: Felipe Lacerda Diniz Leroy e Maria Luiza Cabaleiro
Pesquisador responsável pelas análises das informações e pela formulação das diretrizes estratégicas: Felipe Lacerda Diniz Leroy