Edição de livros

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De acordo com Maria Antonieta Antunes Cunha, mestre em Educação e doutora em Letras, a cadeia produtiva do livro deve ser pensada a partir do papel dos agentes mediadores de leitura e bibliotecas, que têm papel crucial no desenvolvimento do setor. O segmento passa por uma grave crise que se manifesta no fechamento de editoras, nas dificuldades financeiras vividas pelas livrarias, na demissão de profissionais em toda a cadeia produtiva e na diminuição do público frequentador de feiras, festivais e salões do livro.

A redução de público e também de atividades das feiras, festivais e salões do livro está ocorrendo até mesmo nos eventos internacionais, como as tradicionais bienais do livro de São Paulo e Rio de Janeiro e na feira de Paraty, fatos raramente veiculados pela mídia. Diversos profissionais estão sendo demitidos (editores, assistentes, grupos de divulgação) ou tendo sua carga horária diminuída. Por outro lado, cresce o número de devoluções de originais e também de produtores independentes, que preferem não contratar serviços das editoras. As livrarias, por sua vez, representam um sério problema para a cadeia do livro, pois não conseguem atender a demanda de distribuição da produção editorial. A dificuldade de se obter espaço para expor e comercializar os livros editados no país fica cada vez maior. É um dos momentos mais críticos do setor.

Coordenadora: Marta Procópio de Oliveira
Palestrante no Seminário do Plano Estadual da Economia Criativa em Minas Gerais: Maria Antonieta Antunes Cunha
Pesquisadora responsável: Marta Procópio de Oliveira
Relatoras: Graciela Teixeira Gonzalez e Luzia Oliva Barros
Pesquisadora responsável pelas análises das informações e pela formulação das diretrizes estratégicas: Marta Procópio de Oliveira