Artes Visuais e Digitais

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No Seminário do Plano Estadual da Economia Criativa em Minas Gerais, o professor da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Rodrigo Vivas, destacou sua preocupação com a questão conceitual nas artes visuais. Para ele, há pouca universalização e conhecimento sobre os conceitos e pressupostos relevantes nesse campo. Dentre esses, cita: natureza das artes visuais, circuito ou sistema de artes, visibilidade e reprodutibilidade.

Para Vivas, não existe no estado a organização de um circuito que envolva as artes visuais. O sistema encontra-se ainda operando de forma muito incipiente em função de alguns aspectos que o caracterizam: falta de profissionalização do campo; inexistência de memória; fragilidade das tradições; precária valorização do objeto artístico local pelo público em geral; falta de um sistema de discussão pública sobre as artes visuais e inexistência de um sistema de validação.

Essas fragilidades se reproduzem dentro de um processo cíclico desde a década 1970. Segundo ele, algo se quebrou na cultura das artes visuais de Minas Gerais a partir dessa década. O cenário das artes visuais do estado é desalentador, demandando um processo – de quatro em quatro anos – de reconstrução da tradição.

Coordenadora: Gabriela Carvalho
Palestrante no Seminário do Plano Estadual da Economia Criativa em Minas Gerais: Rodrigo Vivas
Pesquisadora responsável: Mônica Barros de Lima Starling
Relatoras: Letícia Proença e Michelle Petry
Pesquisadores responsáveis pelas análises das informações e pela formulação das diretrizes estratégicas: Mônica Barros de Lima Starling e Selma Carvalho